Wednesday, March 13, 2013

The Principles of Art

"No one gives; no one will risk himself by sympathizing; no one has anything to control. We are imprisoned in ourselves, becalmed in a windless selfishness. The only emotion left us is fear: fear of emotion itself, fear of death by drowning in it, fear in a handful of dust. [...] Art is the community´s medicine for the worst disease of mind, the corruption of consciousness."

R. G. Collingwood, The Principles of Art, London: Oxford University Press, 1958 (1938), pgs. 335-336



'Fertile': Francis Bacon in his studio, 1980. Photograph: Jane Bown for the Observer

1 comment:

  1. Alice, neste meio sem aura apraz-me e da-me coragem para o enfrentar alguem-- uma bloger-- que me entenda: alguem que dá substancia ao que é vacuo e o preenche, o meio opinativo virtual. É uma ideia que permeia o que todos sentem e omitem, eu acho. Nao sei se a arte tambem nao corrompe. Mas ao pensar nisso, admito que todo o texto, imagem, narrativa, se aparte por valor inerente a si, o facto de ser singular, das acçoes nefastas a comunidade. Porventura culpamos a arte npela responsabilidade da pessoa humana. Mas ao admitirmos o impacto da imagem na nossa pessoa e na humanidade que nos rodeia entranhamos e suspiramos pela identidade digna da nossa propria fragilidade. Para a Arte o ser ao ego este deve predispor-se fragilizando-se num impeto de criaçao introspectiva mais tarde declarada ao mundo pela fala, desenho, escultura, fotografia....somos todos filhos das nossas fontes...Quem diria que um livro poderia dar tanto na razao que nos deu o acaso para o ler...Tambem vou...Ha que desacreditar o pó. Mas nao sera toda a expressao arte? Nao sera isso que tememos? Ser quem somos? Mais uma vez Alice, obrigado por te dares a conhecer. Nao queria ir as aulas, agora ja tenho o nafastamento par dizer: nao é culpa do rpoz parecer assim, sou eu que o vi e por ele fui corrompido. Nao serei pó na aula!

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